1º celular do mundo
ENGRAÇADO ELE...
Há meio século, precisamente no dia 16 de outubro de 1956, era criado o primeiro celular, aquela época conhecido como sistema automático de telefonia móvel ou MTA como ficou conhecido. O equipamento, inventado pela Ericsson, era bem diferente dos pequenos aparelhos portáteis de hoje, ainda que com a mesma funcionalidade. De início, a telefonia móvel era sinônimo de comunicação por meio de rádios, operando na faixa dos 160MHz, instalados em automóveis, barcos, etc. O aparelho MTA pesava nada mais, nada menos que 40 kilos. Hoje a comunicação móvel faz parte do cotidiano de quase um terço da população mundial, sendo que 2 bilhões já conectados com o sistema GSM. Hoje graças ao avanço tecnologico essas belasuras estão melhores a cada dia que passa. O menor e mais leve celular do mundo deve chegar ao Brasil em outubro. O aparelho desenvolvido pela empresa Modu é menor que um cartão de crédito, mais fino que uma caixa de fósforo e pesa apenas 40 gramas.
Postado por Carlos Alberto
01/06/2010


Primeiro vírus de computador foi criado por adolescente há 25 anos. Escrito por Elk Cloner, vírus infectava sistemas Apple II, gerava cópias de si mesmo em disquetes e mostrava poema na tela. Um das maiores dores de cabeça para quem lida com Tecnologia da Informação completa, esta semana, 25 anos. Identificado como Elk Cloner, o primeiro vírus de computador reconhecido como tal foi escrito em 1982 por um jovem estudante secundarista norte-americano de apenas 15 anos, chamado Rich Skrenta, como informa a revista Science. O Elk Cloner afetava o sistema operacional do Apple II e não causava grandes problemas, mas faria escola. Além de apresentar um pequeno ‘poema’ na tela do equipamento infectado, ele era capaz de gerar cópias de si mesmo quando um disquete era inserido no computador. Quando essa mídia era utilizada em outro sistema, o processo se propagava.
Se a princípio esse tipo de programa não causava dores de cabeça, ele foi o precursor de uma série de outras iniciativas que exigem das empresas e usuários finais gastos de milhões de dólares com sistemas de proteção para computadores. Mudança de foco. Enquanto as primeiras gerações de pragas virtuais irritavam os usuários com apresentações de imagens e frases impróprias, ou apagando o conteúdo de um disco rígido, as ameaças atuais são mais insidiosas e caminham em outra direção.
Bloqueio a sites, máquinas zumbis e o acesso a informações sensíveis de usuários e empresas têm causado prejuízos incalculáveis. Em 2006, as fraudes virtuais custaram ao Brasil cerca de 300 milhões de reais, de acordo com o Instituto de Peritos em Tecnologias Digitais e Telecomunicações (IPDI). A disseminação de tecnologias também tem aberto novas frentes de ataques, sequer imaginadas quando o Elk Cloner foi escrito. Por exemplo, em apenas três anos, o número de pragas escritas para dispositivos móveis cresceu mais de 1.200%, secundo a F-Secure.